quinta-feira, agosto 18, 2011
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA NOCTURNA NO METROPOLITAN MUSEUM OF ART (NYC)
Le pilier du Métro Corvisart
[A Pillar of the Corvisart Metro]
1934
segunda-feira, agosto 15, 2011
AINDA A PROPÓSITO DA LIDERANÇA ( OU DA FALTA DELA)
Já encomendei. Ao contrario do q o titulo dá (talvez) a entender a tese dele é q tempos de crise exigem lideres com uma historia pessoal q lhes permita um golpe de asa. A mim a Frau Merkel, por ex, parece-me a normopata típica. Podia ser contabilista, por ex - sem desprimor para os contabilistas, pessoas q tb sao necessárias - mas para líder da maior economia europeia...
SAÚDE MENTAL E LIDERANÇA EM TEMPOS DE CRISE
Ainda não li o livro dele, mas aqui fica o link para o blog do Dr. Ghaemi.
http://www.psychologytoday.com/blog/mood-swings/201108/first-rate-madness
segunda-feira, agosto 08, 2011
PARECE O APOCALIPSE
Em Londres, e agora tb noutras cidades de Inglaterra, hordas de encapuçados destroem e deitam fogo a casas, lojas, carros, destruindo tb eles o resultado do trabalho de muitas pessoas, alguns seus vizinhos, quem sabe se pais de colegas de escola.
Lembram-se dos quatro cavaleiros do Apocalipse? Eles agora são o desemprego, a pobreza, a violência e a doença.
Alguma coisa está mal. Talvez seja altura de parar para pensar.
quinta-feira, agosto 04, 2011
"Como é que falar do passado pode ajudar no presente?!"
domingo, julho 31, 2011
STAVANGER, NORUEGA
Out of the blue, sai aquele psicopata que desata a matar pessoas. A mente humana é um abismo.
sábado, julho 30, 2011
Morreu David Servan-Schreiber
Morreu, no Domingo (24/07/2011), o Neuro-Psiquiatra, David Servan-Schreiber, aos 50 anos de idade. Depois de 20 anos a lutar contra um cancro muito agressivo situado no cérebro, acabou por sucumbir.
Autor de vários livros como "Anti-cancro" ou "Curar... o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamentos nem psicanálise", Servan-Schreiber consiliou sempre uma carreira exímia no que respeita à investigação científica e rigorosa na área da psicologia e neurociências, com uma abertura invulgar a outros saberes e práticas medicinais. Foi co-fundador e director do Centro de Medicina Integrativa na Universidade do Centro Médico de Pittsburgh, presidente de EMDR França e um dos 7 fundadores do grupo de Médicos Sem Fronteiras, ganhadores de prémio Nobel da Paz.
A sua investigação nas áreas, tanto da prevenção, como da intervenção nas mais variadas doenças vieram expandir o conhecimento académico que se tinha das possibilidades e níveis de intervenção na medicina holística.
Vale muito a pena descobrir este autor, sobretudo através das suas obras literárias muito acessíveis, rigorosas e revolucionárias.
quinta-feira, julho 21, 2011
Cooperação Vs Competição

Hoje em dia caminha-se cada vez mais para o respeito e consideração pela dignidade humana. Humana porque relativa ao ser humano em todos os seus aspectos: transversal ao género e à idade.
No entanto, esta dignidade continua a ser afectada pela nossa condição animal menos evoluída e mais egoísta. Ou seja, na prática, a lei do mais forte continua a vigorar na forma como atribuímos valor e legitimidade a outros seres humanos: o "machismo" não é (ainda) um problema só do passado mas, sobretudo as crianças, continuam a ser criaturas "menores" cuja dignidade continua a ser proporcional ao seu poder/força.
Deste modo e relativamente ao primeiro problema, da assimetria de géneros, Sarah Hrdy, uma antropóloga evolucionista chamou recentemente a atenção para a forma como, mesmo relativamente à História da Humanidade, herdámos de Darwin um modelo antropocêntrico masculino e machista, onde o papel da mulher e do grupo (da sociedade, actualmente) foi desvalorizado e secundarizado. Critica a ênfase no poder e na competição por oposição à ênfase na cooperação (http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49925&op=all). Maynard Smith, um biólogo evolucionista e geneticista, tem também salientado, por seu turno, a importância da cooperação afirmando que foi ela que nos permitiu chegar onde chegámos, desde o estado de matéria não-viva, passando pelas células assexuadas, células sexuadas, mamíferos, até ao Homem.
A cooperação põe a tónica na interdependência criativa e potenciadora, enquanto que a competição, nomeadamente pela expressão - "lei do mais forte" -, privilegia o poder ("egoísta") sobre o outro enquanto motor da evolução.
Actualmente, como dizia, a nossa capacidade de cooperar, amplamente desenvolvida através dos chamados "neurónios espelho" que se pensam estar na base da EMPATIA, tem-nos incentivado à protecção dos direitos humanos, isto é, à defesa também e, sobretudo, do mais fraco. Mas e as crianças?
Alice Miller, psicanalista de renome, dedicou-se a estudar e a escrever sobre os efeitos que uma educação autoritária e punitiva sobretudo corporalmente (muito comum!), tem na saúde mental da sociedade. A autora chama a atenção para o paradigma judaico-cristão (ou o “epistema” como Michel Onfray o descreve, indo ainda mais longe...) em que actualmente a sociedade ocidental ainda se baseia e onde a criança foi sempre vista como uma espécie de ser selvagem que precisa de ser domesticado, civilizado e vergado.
Antiga criança, o adulto agora responsável pelos seus filhos e membro activo na sociedade, perpetua este ciclo de autênticos abusos, agravados pelo silêncio da vítima indefesa que é a criança e pela “pedagogia envenenada” onde o autoritarismo e a violência são sempre agidas “para o bem da criança”; é o mundo virado do avesso.
Alice Miller desenvolve estas ideias de forma muito aprofundada e cuidadosa ao longo dos muitos livros e artigo que redigiu. Pode ser encontrada muita desta informação no seu site oficial: http://www.alice-miller.com/index_en.php
terça-feira, julho 12, 2011
Frase crua do dia
sexta-feira, julho 08, 2011
ARTE
Lindos e estranhos objectos de arte feitos em madeira por Cha Jong-Rye
http://thisiscolossal.com/2011/06/the-woodwork-of-cha-jong-rye/
domingo, junho 26, 2011
SAL MAIOR QUE GENGHIS
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Um jovem americano de 34 anos, de nome Sal Khan, licenciado pelo MIT, criou um site onde, por meios de vídeos, explica com uma capacidade pedagógica fora do normal, questões ligadas a 40 áreas do conhecimento.
A Khan Academy (www.khanacademy.org) oferece mais de 2000 horas de aulas! Vale a pena ir lá ver.
domingo, junho 19, 2011
Só Me Conheço Como Sinfonia
Portuguesa de Psicodrama Psicanalítico de Grupo têm o prazer
de o convidar a participar na apresentação de Musicodrama:
Do "Omnibus Membris Rythmicus" Ao "Só Me Conheço Como Sinfonia"
Dr. Fernando Rato
Dra. Maria João Sousa e Brito
21 de Junho - 21h30 - Lisboa
Livraria Ler Devagar - LxFactory
sábado, junho 18, 2011
DE NOVO O EMPPREENDEDORISMO
Tanto os Estados Unidos como a Europa viveram uma época única a seguir à 2a Guerra Mundial. Esse tempo, q corresponde a geração dos baby-boomers, passou e já nao volta mais.
Nunca é demais insistir nos traços e competências q sao necessários ao empreendedor. Muitos deles podem ser aprendidos e é isso q é importante saber.
Já aqui falei disso num post anterior.
Entretanto, mãozinha amiga deu-me a conhecer este site, muito útil. O link segue para a página onde se referem algumas formas de aumentar a criatividade. O site chama-se Entrepreneur:
quinta-feira, junho 16, 2011
domingo, junho 12, 2011
Como dores físicas podem mascarar depressão
A ciência tem-se afastada cada vez mais do dualismo cartesiano que separa inequivocamente mente e corpo. Actualmente existe uma área denominada por psicossomática, que no sentido lato, se interessa pela forma como mente e corpo interagem e, sobretudo, como factores de índole "psicológica" podem originar ou contribuir para problemas somáticos (do corpo).
Estando a comunidade científica cada vez mais sensibilizada para esta interface, foi publicada uma notícia no jornal "Cienciahoje" (http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49326&op=all), onde se pode ler, como dores nas costas, tonturas, mal-estar gástrico e, principalmente, falta de apetite sexual e fadiga, podem ser sinais de depressão.
Estes sintomas são na maior parte das vezes reportados ao médico de família estimando-se que 35% de casos deste tipo de depressão mascarada não seja diagnosticada. Nestes casos é, por exemplo, frequente existirem dores resistentes a analgésicos.
Estes sintomas são muitas vezes o rosto de uma depressão abafada ou o grito do “corpo” que a “mente” não consegue exprimir.
É importante estar atento à forma multifacetada pela qual a ansiedade e/ou depressão se podem manifestar: é hoje sabido que a persistência destes afectos negativos influência negativamente a postura, tensão, energia, hormonas, digestão, sono, apetite, etc.
Afinal o bem-estar (bem como o mal-estar) é sempre geral e bio-psicológico: se sofro fisicamente, fico abatido e triste; se estou stressado ou deprimido todo o meu corpo se ressente podendo dar origem a toda uma panóplia de dores e mal-estares físicos.
sexta-feira, junho 03, 2011
O MEU RIM POR UM IPAD!
Fica-se aparvalhado. Ou, como dizem os ingleses, "the mind boggles".
Ora leiam e pasmem:
http://bigbrowser.blog.lemonde.fr/2011/06/03/geek-mon-rein-gauche-pour-un-ipad/#xtor=EPR-32280229-%5BNL_Titresdujour%5D-20110603-%5Bzoneb%5D
quarta-feira, maio 18, 2011
"Cientistas querem simular cérebro num super computador"
A primeira pergunta que se me coloca de acordo com esta notícia (que pode ser lida em http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49021&op=all) é, até que ponto é possível simular o cérebro humano com um computador? Muitas dúvidas podem existir quanto a isso, mas a verdade é que o projecto é sério e tem já um investimento previsto para o prazo de 10 anos no valor de 100 000 000 €...!Dependência tabágica

sábado, maio 14, 2011
DEPENDÊNCIA AMOROSA
Numa coluna do jornal Le Monde o psiquiatra e psicanalista Serge Hefez responde a dúvidas dos leitores sobre esta questão:
http://www.lemonde.fr/week-end/article/2011/02/11/vivre-la-dependance-amoureuse_1474870_1477893.html
quinta-feira, maio 12, 2011
Psicólogo em ponto pequeno
"Nada, só o ajudei a chorar".
terça-feira, maio 10, 2011
Despiste precoce do autismo
sábado, abril 30, 2011
SERÀ POSSÍVEL CONCILIAR O TRABALHO COM OS OBJECTIVOS PESSOAIS?
Estou neste momento a preparar uma longa aula no âmbito da Psicologia das Organizações, por sugestão da nossa colega Tânia Paias, que todos conhecem como a nossa especialista em bullying, e deparei-me com uma questão quase básica, mas que passará também certamente pela cabeça de muitos de nós. E que não é, afinal, tão básica como isso, porque envolve uma série de factores.
A questão, posta muito simplesmente, é esta: é possível conciliar os interesses da empresa ou organização para a qual trabalhamos e os nossos? Às vezes os conflitos e o mau ambiente são tais que até parece que não. Mas numa organização verdadeiramente funcional é possível.
Uso o termo "organização funcional" por paralelismo com a família funcional.
Como explicou muito bem o psicanalista inglês Donald Meltzer, são (ou deveriam ser) funções da família conter as ansiedades da criança, ensinar a tolerar a frustração, facilitar a aprendizagem e a socialização, promover a esperança.
E como é promover a esperança numa organização, em que somos (e devemos ser tratados como tal) adultos e não crianças?
Promover a esperança é um papel do líder. Este deverá suscitar o envolvimento dos colaboradores na definição dos objectivos, de forma que as pessoas se identiquem com eles e se sintam parte de um todo. Os objectivos devem ser claros, moderadamente difíceis, mas exequíveis. As prioridades devem ser claras e devem existir planos de contigência. A determinação e a persistência são sem dúvida qualidades na vida e na profissão, mas o líder deve também propiciar a redefinição de objectivos se tal se justificar (a teimosia cega e a falsa esperança prejudicam o bom desempenho e cria uma frustração excessiva).
Só numa organização funcional, parece-me, será possível que as pessoas cresçam como pessoas e como profissionais e retirem satisfação do trabalho. Colaboradores que gostam do que fazem e estão emocionalmente investidos, são a melhor garantia de desempenho tanto deles como da organização para que trabalham.
Madoff
Há umas semanas saiu no jornal Expresso um suplemento com uma entrevista a Madoff, autor da maior fraude financeira de sempre. Um dos pontos altos do texto foi a alegada pergunta de Madoff à sua terapeuta, na prisão: “sou um sociopata?”. A resposta foi claramente negativa, acrescentando, em jeito de justificação, que ele tem uma moral e remorsos.
Ao ler a narrativa de Madoff sobre tudo o que aconteceu, nomeadamente depois de ter confessado a fraude e depois de todas as consequências destrutivas que isso teve em termos familiares (suicídio de um dos seus 2 filhos, por ex.), descobrimos que, afinal, talvez não seja o monstro que se poderia pensar. Dando também crédito à opinião da sua psicóloga, poder-se-á entender o sucedido não apenas evocando o seu “defeito de carácter”, mas também como a conjugação entre uma oportunidade aliciante vinda do exterior em determinada altura e uma personalidade frágil, provavelmente com carências narcísicas importantes e um traço psicopático (mais ou menos) latente. Em certa medida, é caso para perguntar até que ponto a “ocasião faz o ladrão”. Porque se é verdade que neste caso o ladrão também forjou a ocasião, Madoff poderia tê-la forjado em muitas outras ocasiões, coisa que, (é-nos dado a crer) não fez.
Não era pois um grande sociopata à espera da primeira oportunidade para enriquecer à custa de quem fosse. Não. Como se costuma dizer, “o poder corrompe”. E talvez seja esta mistura de factores (constitucionais – de personalidade – e ambientais) que, na maioria das vezes, originarão a corrupção dos poderosos de que tanto se fala.
Talvez um dos factores mais preocupantes do modus operandi da nossa sociedade democrática seja o aperfeiçoamento cada vez mais perverso do controlo das massas: actualmente já não se pode conquistar à força um povo mas sim seduzi-lo, aliciá-lo, manipulá-lo. E é esta relação pública cada vez mais “marketinguizada” que parece levar a uma banalização da mentira e do engano. Já não sofremos com a tirania agressiva e opressora de um ditador, mas com a manipulação passivo-agressiva de cada vez mais agentes sociais: políticos, indústrias, patrões, etc. É o tempo da tirania dos lobbies e das massas que são manipuladas sem saberem que o são. E esta tendência é perigosa porque, de certa maneira, estimula o traço psicopático que existe em maior ou menor quantidade em cada um de nós, banalizando-o, legitimando-o e até inevitabilizando-o no novo homo economicus.
terça-feira, abril 26, 2011
domingo, abril 24, 2011
AS BACTÉRIAS COMANDAM?
Só nos faltava mais esta! Ora leiam no site da revista Scientific American
http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=the-neuroscience-of-gut
sábado, abril 23, 2011
FIM DE SEMANA MUSICAL: BILL CALLAHAN
(do album Apocalypse)
sexta-feira, abril 22, 2011
NAO É SÓ EM ITÁLIA QUE A CULTURA ESTÁ AMEAÇADA
quinta-feira, abril 21, 2011
domingo, abril 17, 2011
AH, O HUMOR!
"I'm feeling moody, standard and poor; Socrates is not fitch"
A capacidade de fazer humor mesmo na situação mais grave é notável. A gente espanta-se - e ri-se.
sexta-feira, abril 15, 2011
"Como ajudar crianças e adolescentes ..."
quinta-feira, abril 14, 2011
quarta-feira, abril 13, 2011
Até que ponto podemos ser tecnologico-dependentes?

sábado, abril 09, 2011
A IMPORTANCIA DO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO
http://www.economist.com/node/18526881
segunda-feira, abril 04, 2011
sábado, abril 02, 2011
O QUE É PRECISO PARA SER EMPREENDEDOR
9 em cada 10 startups falham, dizem os estudos feitos nos USA.
O que é que este número nos diz? Diz-nos que para se se ser empreendedor, arrancar e conduzir um negócio próprio é preciso:
A. Elevada (e direccionada) motivação. Trata-se não só de auto-motivação mas também da capacidade de persuadir e motivar os outros.
B. Forte tolerância à frustação
C. Ser capaz de desmontar um problema e transformá-lo numa oportunidade.
D. Resiliência (capacidade de enfrentar condições adversas com coragem e determinação).
Mas não chega.
A montante destas competências estão outras capacidades prévias:
A. Iniciativa
B. Criatividade e gosto pela inovação
C. Networking
D. Sentido de oportunidade (para reconhcer uma necessidade existente ou latente de um produto ou serviço).
E. Capacidade de arriscar
Um empreendedor tem de ser, além de um gestor, alguém que consegue detectar as oportunidades no labirinto da informação que vai colhendo na rede e que decide arriscar num objectivo bem determinado, com determinação, persistência e teimosia. É alguém que não se deixa desmotivar com um "não". Provavelmente, é até alguém que ao ouvir um "não" regista um "talvez". É um visionário, mas com os pés na terra (em alguns casos ajuda ter um sócio que complemente alguns destes traços, que não são fáceis de reunir numa só pessoa).
Muitas pessoas interrogam-se se estas competências são inatas ou podem ser adquiridas. Eu responderia que podem ser aprendidas ao longo da vida, e quanto mais cedo, melhor. A tolerância à frustração, por exemplo, começa a ser aprendida no berço, quando o bébé percebe que a mãe não está cem por cento ao serviço dele (isto é tão duro que existe quem, com a cumplicidade das mães, não o admita uma vida inteira).
A criatividade também se pode, e deve, ser cultivada.
E é preciso trabalho, muito trabalho - algo que muitos pais têm tendência a esquecer, (des)educando adolescentes e futuros adultos que pensam que as coisas lhe irão cair do céu.
Uma outra questão se põe, no entanto, para além dos traços de personalidade inatos ou adquiridos: as condições da realidade externa. Dependendo da actividade e do sector, o empreendedor necessitará de maior ou menor financiamento e, idealmente, de um contexto onde haja não só recursos disponíveis ( de capital e de conhecimento) como acesso aos mercados.
A CRISE
Este país precisa de gastar menos mas também de trabalhar mais e melhor (o que inclui também ser melhor governado). O nosso tecido empresarial, fraco, precisa urgentemente de novos empreendedores. O que é que faz um empreendedor?
Quem estiver interessado, leia o meu próximo post, em que alinhavarei umas ideias sobre o assunto.
FIM DE SEMANA MUSICAL: IRON & WINE
http://www.youtube.com/watch?v=UGPzyGIaw0E&feature=youtube_gdata_player
quarta-feira, março 30, 2011
Pare, repare e escute

terça-feira, março 29, 2011
3º Encontro da AP - CRIATIVIDADE

3º Encontro da AP
Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica
Criatividade
Centro Cultural Casapiano
Rua dos Jerónimos, nº7A.
16 de Abril de 2011
Inscrição até 08 de Abril de 2011
Sócios da AP: 25€ -
Não Sócios: 35€ -
Inscrição após 08 de Abril de 2011
Sócios da AP: 30€ -
Não Sócios: 40€ -
Inscrições através do email: ap.psicanalise@gmail.com
Informações (secretariado): 913 90 60 73

Nos próximos dias 11 e 12 de Maio, realizar-se-á o I Congresso de Psicologia do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental que terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras.
O evento reunirá congressistas e profissionais de saúde, afigurando-se como uma oportunidade de excelência de formação.
Comunicamos que a entrada é gratuita para todos os participantes, sendo, contudo, necessária uma inscrição prévia.
domingo, março 27, 2011
A curva da felicidade

Ainda a propósito do post anterior sobre felicidade quero acrescentar algo sobre um artigo que li há algum tempo e agora reencontrei.
Inês Pedrosa escreveu acerca da capa da "The Economist" que anunciava que "a alegria do envelhecimento (ou porque é que a vida começa aos 46 anos") evidenciando os estudos para medir o grau de felicidade ao longo destas décadas (1º centrados nas variantes económicas, mas agora com ênfase no biológico, psicológico e ambiental).
Refere que a curva da felicidade é em U; começa a descer aos 18 anos e atinge o seu ponto mais baixo entre os 45 e os 50 anos, subindo a partir desta idade. Estes acontecimentos estão relacionados com os filhos: "os filhos são, aliás, uma das razões que explicam que as pessoas comecem a ser mais felizes a partir dos 45 ou 50 anos: está cientificamente provado que o convívio diário com adolescentes (que tende a escassear a partir dessa idade) não contribui para a alegria de viver, sendo outro factor de felicidade o casamento, os segundos ou terceiros casamentos tendem a satisfazer mais do que os primeiros"
Revista única 08.01.2011
quarta-feira, março 23, 2011
O Nó

Considerava que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempo para se dedicar e entender as crianças.
Mas a directora ficou muito surpreendida quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo; e quando voltava do trabalho era muito tarde e o garoto já não estava acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A directora emocionou-se com aquela história e ficou surpresa quandoconstatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O facto faz-nos reflectir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros.
Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente. E o maisimportante é que o filho percebia, através do nó afectivo, o que o pai lheestava dizendo.
Por vezes, importamo-nos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso. Para que haja comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afecto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro.
As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas SABEM registar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó num lençol..."
segunda-feira, março 21, 2011
FUNCIONAMENTOS E DISTÚRBIOS PSÎQUICOS ILUSTRADOS
http://www.adaptcreative.co.uk/2010/08/mental-disorder-posters/
Damásio e a Consciência
O novo Homem

Há quem pense que estamos a atravessar um ponto de viragem crucial na História da humanidade. É o caso do filósofo Michel Serres que equipara mesmo a mudança sócio-cultural do mundo ocidental , “ao neolítico, à aurora da ciência grega, ao começo da era cristã, ao fim da Idade Média e ao Renascimento”. Vale a pena ler o seu artigo.
http://www.lemonde.fr/idees/article/2011/03/05/eduquer-au-xxie-siecle_1488298_3232.html
domingo, março 20, 2011
LEITURAS
Alice é um dos meus livros preferidos, e sei que também de muitas outras "crianças". Mas parte do gozo de o ler é ver as ilustrações da época, deliciosas. Há também uma versão em DVD que normalmente é muito apreciada.
Vem isto a propósito de um pensamento que hoje me passou pela cabeça e que partilho aqui. Julgo que o meu primeiro acto de independencia - e portanto de liberdade - não foi aprender a comer sozinha, ou a vestir-me e calçar-me.
Não. Foi aprender a ler. Lembro-me perfeitamente da sensação de liberdade de poder por fim conhecer outros mundos, outras pessoas. Piratas, cowboys, Os Cinco, Tarzan, Alice... era todo um mundo que se abria diante de mim e que me permitia sair do espaço, que já nesse tempo sentia como claustrofóbico, da casa/escola.
Mas isto era no tempo dos livros. Agora, que o livro de papel é bem capaz de estar em vias de desaparecimento (eu própria leio frequentemente num iPad), como é que as crianças farão essa aquisição de autonmia? Provavelmente aprendendo a mexer no computador. Ou na playstation. Informam-me jovens pais e menos jovens avós que criancinhas de meses já tiram e poem DVD no leitor. Mas até esse está condenado a desaparecer agora que existe o video-on-demand.
Crianças, está na altura de pedir um tablet. Eu cá já descarreguei uma linda versão ilustrada da Alice.
quinta-feira, março 17, 2011
Memória autobiográfica superior
Nos Estado Unidos descobriu-se que existem casos de pessoas (raríssimos) que se lembram de TUDO (não é de muito mais coisas do que as outras, é de TUDO!) o que aconteceu nas suas vidas! Semelhantes capacidades só tinham sido descobertas associadas a pessoas portadoras de distúrbios mentais profundos e não em pessoas aparentemente saudáveis e normais como estas... Esta notícia vem revolucionar muito do que se pensava ser conhecido nas áreas da memória e da neuro-biologia, assim como, levantar todo um conjunto de questões. Este vídeo ajuda-nos a perceber do que estamos a falar:
domingo, março 13, 2011
AINDA ACERCA DA FELICIDADE
Ele distingue a satisfação da felicidade e refere que existe, pelo menos nos USA, um rendimento anual minimo para atingir a satisfação.
http://www.ted.com/talks/daniel_kahneman_the_riddle_of_experience_vs_memory.html
CONTROLO, PROGRESSO, LIGAÇÃO, PERTENÇA
"Money isn't the key to happiness. What really gives people meaning and happiness is a combination of four things: Control over what they're doing, progress in what they're pursuing, being connected with others, and being part of something they enjoy that's bigger than themselves".
Bem dito. E a vocês, o q vos parece?
sexta-feira, março 11, 2011
"Facebook responsável por um terço dos divórcios"

Saiu uma notícia no Diário de Notícias referindo a influência do Facebook, não só no reencontro de velhas amizades e conhecidos, mas também na destruição de muitos casamentos. Como se pode ler:
Nos Estados Unidos, um estudo recente da Associação Norte-Americana de Advogados Matrimoniais indica que cerca de 20% dos divórcios naquele país tem como principal fonte de provas fotografias e mensagens publicadas no Facebook."
Parece que esta rede social se está a tornar cada vez mais num dos palcos de acção da sociedade.
Será bom, será mau... Dependerá talvez, mais da utilização (dos utilizadores) do que do utilizado.
quarta-feira, março 09, 2011
Formação Contínua em Psicologia

Consulte aqui:
terça-feira, março 08, 2011
A IDADE
http://bigthink.com/series/50#!selected_item=4636
sábado, março 05, 2011
21 IDEIAS FORA DA CAIXA PARA MUDAR PORTUGAL
No suplemento P2, que hoje é mais do que um suplemento, ele pretendeu dar voz aqueles que pensam "fora da caixa" e normalmente não sao ouvidos. Muito interessante.
Hà quem tenha ideas e faça coisas, há quem arrisque todos os dias num paîs melhor, menos cinzentāo, triste,desconfiado, imobilista, conformado, corporativista, atento, venerador e obrigado.
http://jornal.publico.pt/
RELAÇOES: A COISA MAIS COMPLICADA NA VIDA
http://www.ionline.pt/conteudo/108574-eu-penso-que-tu-pensas
quinta-feira, março 03, 2011
A SOCIEDADE EM QUE VIVEMOS
Co-lunching, co-working e café-emprego.
A inventora do co-lunching, julgo que francesa e freqentadora assídua do Facebook, trabalha em casa e, farta de estar sózinha, decidiu criar uma pag no Facebook onde uma pessoa pode promover ou apenas aderir a um almoço entre pessoas que vêem essa hora do dia como uma oportunidade para "voltar à realidade, fazer contactos e trocar informações". Ou seja, estar à conversa, socializar, estar com outras pessoas. O projecto tem sido um êxito, e já vários restaurantes dispoem de menus e mesas especiais para os co-lunchers.
O café-emprego, tb inventado em França, põe em contacto empresários e potenciais trabalhadores, num ambiente relativamente informal. Os interessados inscrevem-se no site ou através das redes sociais.
O co-working, q já existe em Portugal (Faro, Leiria, Porto, Coimbra e Lisboa) pretende promover ambientes de trabalho partilhados e abertos à comunidade, nasceu em 2005 nos EUA.
A palavra-chave é: co-.
Parece q, nestes tempos da fácil e rápida conexão virtual, as pessoas sentem a falta da convivialidade e de estar em frente do outro. E com razão.
terça-feira, março 01, 2011
Mandamentos Paradoxais I
PEDIDO DE DESCULPAS
Apercebi-me hoje mesmo, e só pq alguem se queixou, de que estavam dezenas de comentarios "esperando moderação" há meses!
A google terá mudado, por default, a sua politica e nós nåo nos apercebemos.
Como sabem, é tradiçào deste forum não exercer qualquer tipo de censura, com raríssimas excepçoes (atentado ao bom nome de terceiros, obscenidades fora do contexto, etc). Tenho para mim que a discordância pode ser salutar e que, mesmo quando existe uma agressividade exagerada, esta pode e deve ser interpretada.
Acredito no poder do pensamento e da palavra - de outra forma não podia exercer esta profissao.
Tentarei, na medida do possivel, responder aos comentarios há tanto tempo "pendurados" e irei pedir o mesmo aos meus colegas co-escritores neste blogue.
domingo, fevereiro 27, 2011
REFLEXÕES DE DOMINGO
Podia ter telefonado a alguns dos vários amigos-arquitectos que conheço, a começar pela minha própria irmã. Mas não fiz nada disso.
Fui ao Google e inseri o edifício em causa, e depois de algum trabalho lá encontrei o nome do atelier e do arquitecto. Não precisei de ninguém.
É bom, é mau? Não sei. Mas é um facto que a net pode acentuar os traços esquizóides em algumas pessoas e reforçar o seu isolamento. Como em tudo na vida, tudo depende do uso que se faz desta maravilhosa tecnologia. Também pode ser perigosa. Ou seja, há que ter cautelas e estarmos atentos ao nosso mecanismo psíquico. Porque os contactos com os amigos também são, ou mais ainda, importantes.
sábado, fevereiro 26, 2011
FIM DE SEMANA MUSICAL
http://www.youtube.com/watch?v=7HcvZUFBcPI&feature=youtube_gdata_player
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
O ACENO
Not Waving but Drowning
Nobody heard him, the dead man,But still he lay moaning:
I was much further out than you thought
And not waving but drowning.
Poor chap, he always loved larking
And now he's dead
It must have been too cold for him his heart gave way,
They said.
Oh, no no no, it was too cold always
(Still the dead one lay moaning)
I was much too far out all my life
And not waving but drowning.
Stevie Smith
(via poem hunter http://www.poemhunter.com/)
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Ser Pai e Mãe após a Separação: Intervenção com Famílias no Divórcio

A separação e/ou divórcio podem ser identificados como um momento de crise e ruptura na vida do casal, ainda que possam assumir diversas formas. O divórcio, apresenta-se como um período susceptível de gerar desajustamento emocional, acarretando sofrimento para todos os membros da família, sobretudo nos casos em que o casal tem filhos menores. Enquanto período conturbado, colocam-se a todos os elementos familiares desafios e exigências.
Com esta formação pretende-se abordar o processo de separação, sobretudo em casais com filhos menores. Neste sentido, afigura-se importante caracterizar dois momentos importantes e marcantes: o divórcio psicológico e o divórcio legal, bem como o impacto deste processo nas crianças. A par disso, pretende-se identificar serviços como a mediação familiar e a educação parental, enquanto formas de
dar resposta a estes novos cenários familiares. Esta pretende ser uma formação de carácter prático e uma ferramenta importante para todos os profissionais que lidam com esta problemática, por forma a garantir que a ruptura do casal não implique o fim destas famílias.
Programa:
O Divórcio Psicológico
O Divórcio Legal
A Mediação Familiar
As crianças e o divórcio dos pais
Calendarização:
Março: 14, 16, 21, 23, 28 e 30
Abril: 4 e 6
Formadores:
Dra Ana Varão (Psicóloga, Mediadora Familiar)
Dra Lucinda Gomes (Advogada, Mediadora Familiar)
Horário:
19:00-23:00
(2ª e 4ª Feiras)
Local:
Rua Nova da Trindade nº 22 - 1º Chiado
1200-303 Lisboa
Inscrições:
T: 213465439 / 916104651
info.lisboa@red-apple.pt
Preço: 190€ (10% de desconto a todos os associados da
Ordem dos Advogados)
www.red-apple.pt
O Uso de Técnicas de Psicodrama e Musicoterapia em Pessoas com Dificuldades de Simbolização
Portuguesa de Psicodrama Psicanalítico de Grupo têm o prazer
de o convidar a participar no encontro:
"O Uso de Técnicas de Psicodrama e Musicoterapia em Pessoas com Dificuldades de Simbolização"
Dr. João Paulo Ribeiro
Dr. Artur Correia
22 de Fevereiro - 21h30
Livraria Ler Devagar - LxFactory
O Cisne Negro

segunda-feira, fevereiro 21, 2011
2045: O ANO EM QUE OS COMPUTADORES SERÃO MAIS INTELIGENTES QUE NÓS
Raymond Kurzweil believes that we're approaching a moment when computers will become intelligent, and not just intelligent but more intelligent than humans. When that happens, humanity — our bodies, our minds, our civilization — will be completely and irreversibly transformed. He believes that this moment is not only inevitable but imminent. According to his calculations, the end of human civilization as we know it is about 35 years away.
Para saber mais detalhes lincar ir a
http://www.time.com/time/health/article/0,8599,2048138,00.html
domingo, fevereiro 20, 2011
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
A CONSCIÊNCIA
Confeência sobre o cérebro e a consciência.
Atenção q é com Sir Roger Penrose. Deve ser interessantíssima. Quem puder ir a Estocolmo em Maio...
sábado, fevereiro 12, 2011
O EFEITO DA DEPRESSÃO NOS NOSSOS SENTIDOS
http://discovermagazine.com/2010/dec/01-how-depression-dulls-the-world-literally?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+DiscoverMag+%28Discover+Magazine%29&utm_content=Google+Reader
Musica para o fim de semana
James Jackson Toth (Wooden Wand)
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Exposição CorpoIMAGEM
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Estudo confirma que doces podem causar dependência

Neurotransmissores que provocam o vício libertados com consumo de açúcar
Falk Kiefer, investigador que liderou o estudo que respondeu a estas questões, submeteu um grupo de voluntários com excesso de peso a ressonâncias magnéticas a fim de observar as suas reacções perante a exibição de imagens de doces, bolos e gelados.
Com estes testes, o cientista alemão constatou que as imagens activaram o mecanismo de compensação do cérebro em pessoas expostas às imagens de guloseimas.
Foram ainda realizados testes com ratos “viciados em açúcar”. Quando privados deste componente, tiveram as mesmas reacções que roedores “alcoólicos” que deixaram de consumir álcool, como tremores, ansiedade e nervosismo. "Os processos que são libertados no mecanismo de compensação pelo açúcar são, de facto, comparáveis com o álcool e a nicotina", assegurou o investigador Rainer Spanagel.
Para além do mecanismo de compensação, a ingestão de grandes quantidades de açúcar promove a outros neurotransmissores, como a endorfina e opióides, responsáveis pela sensação de felicidade e pela dependência.
Rainer Spanagel acrescentou ainda que há grande probabilidade de os resultados obtidos em ratos também serem válidos para pessoas, visto que os testes com animais na área de dependência química são geralmente aplicáveis a seres humanos.















